Em Belo Horizonte, o atrito de instalar carregadores em condomínio quase nunca é a obra elétrica — é o documento que o síndico precisa antes da assembleia, a comunicação à Cemig, a leitura da pasta do bombeiro e o laudo de comissionamento que a seguradora exige depois. A EQUA Energia entrega tudo isso, com ART de engenheiro eletricista parceiro, em prazo curto e preço fechado.
Recarga em condomínio passa por três portas — síndico, morador e instaladora — e quase ninguém quer ser o responsável pela documentação técnica. A EQUA Energia ocupa exatamente essa lacuna.
Memorando técnico em linguagem leiga, parecer regulatório-condominial fundamentado no Código Civil, simulação de rateio modular e checklist documental. O síndico apresenta a proposta com base, e a assembleia decide com informação.
Projeto elétrico individual com ART, dimensionamento de proteções, especificação de wallbox compatível e comunicação prévia à Cemig se aplicável. Custo concentrado em quem usa, sem disputa de assembleia.
Vocês fecham a obra com o cliente. A EQUA Energia entrega projeto, ART e laudo de comissionamento em prazo curto e preço fechado, embutido no orçamento. Sem perder venda por causa de pasta documental.
A EQUA Energia trabalha apenas com a parte documental e de engenharia. A obra elétrica é executada pelo eletricista ou instaladora de confiança do cliente — sem conflito de interesse.
Leitura da convenção, pasta do AVCB/CLCB/PSCIP, capacidade do quadro, parecer sobre gatilho Cemig e bombeiro, recomendação de rota (individual, coletiva ou compartilhada).
5 a 7 dias úteisProjeto executivo com diagrama unifilar, memorial de cálculo, especificação de proteções e wallbox, ART emitida por engenheiro eletricista parceiro, memorando técnico para a assembleia.
10 a 30 dias úteisVistoria pós-obra, testes funcionais de proteções e aterramento, dossiê fotográfico, conformidade com NBR 17019 e laudo formal com validade de 12 meses, aceito pela seguradora.
3 a 5 dias úteisTrês entradas. Cada uma resolve um momento diferente do processo. Não vendemos obra; vendemos a documentação técnica que destrava a obra.
Avaliação completa da viabilidade técnico-regulatória antes de qualquer obra.
Solução completa para um morador pioneiro que quer carregar na vaga privativa.
Infraestrutura coletiva (esqueleto) para crescimento em fases — até 10 vagas preparadas.
* Faixas de referência para condomínios em BH e RMBH. Casos com particularidades técnicas (capacidade da rede, porte do condomínio, exigência de média tensão) ou regulatórias (pasta documental vencida, necessidade de FAT/PSCIP) podem variar — preço final confirmado após o diagnóstico de viabilidade, sem compromisso de obra.
Toda entrega da EQUA Energia é fundamentada em normas técnicas brasileiras e na regulação setorial da ANEEL, Cemig e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. Projeto e laudo de comissionamento têm ART emitida por engenheiro eletricista parceiro com CREA ativo, responsabilidade técnica formal.
Não somos um eletricista que assina sem ART. Não terceirizamos com quem não tem registro. É consultoria de engenharia, sem execução de obra, sem conflito de interesse — mesma tese da EQUA Engenharia desde sempre.
Toda contratação é registrada com escopo, prazo e responsabilidade técnica formalizados por escrito — o cliente sabe exatamente o que está contratando e quem responde tecnicamente.
Selecionamos as cinco mais recorrentes. Se a sua não estiver aqui, chame no WhatsApp — costumamos responder em horas úteis.
Pela norma da Cemig, a instalação de estação de recarga deve ser comunicada previamente à distribuidora sempre que houver conexão nova, aumento ou redução de carga, ou alteração de nível de tensão. Para pedidos de ligação nova ou aumento de carga acima de 75 kW e até 304 kVA em baixa tensão, há formulário próprio e exigência de ART de projeto. Acima de 75 kW, a análise pode evoluir para estudo de rede ou atendimento em média tensão (ND-5.3).
No diagnóstico de viabilidade, a EQUA Energia avalia em qual faixa o seu condomínio se encaixa antes de qualquer compromisso de obra.
Depende da rota escolhida. Para ponto individual em vaga privativa, o Código Civil permite a alocação da despesa de partes comuns de uso exclusivo a quem delas se serve — com convenção e regimento adequados, a obra é privada e a aprovação tende a ser mais simples.
Já backbone coletivo ou ponto compartilhado envolve obra em parte comum e geralmente exige deliberação. Em alguns casos, quórum mais qualificado. A EQUA Energia entrega memorando técnico, simulação de rateio modular e roteiro de assembleia justamente para reduzir esse atrito.
Não necessariamente. A Instrução Técnica 01 do CBMMG exige modificação de PSCIP quando a alteração compromete sistemas aprovados, acrescenta carga de incêndio ou impõe medidas mais rigorosas. Para instalações pequenas e bem delimitadas, pode haver enquadramento como intervenção de baixo impacto regulatório, sustentado por responsável técnico.
Em 2026 está em consulta pública uma nova edição da IT 30, específica para veículos elétricos — ainda não publicada definitivamente, mas já indicando padrão prudencial (circuito dedicado, DR, DPS, ART de comissionamento). Adotamos esse padrão como referência técnica desde já.
Apenas documentação técnica e engenharia: diagnóstico, projeto, ART e laudo de comissionamento. A obra elétrica é executada pelo eletricista ou instaladora de confiança do cliente.
Essa separação é deliberada — é a mesma tese da EQUA Engenharia há mais de uma década: sem execução, sem conflito de interesse. O documento serve ao cliente, não ao executor.
É o cenário mais comum em prédios verticais antigos de Belo Horizonte. O diagnóstico revela a situação e oferecemos o retrofit documental como serviço complementar — organização da pasta do AVCB/CLCB/PSCIP, interface com o CBMMG via FAT quando aplicável, regularização de aumento de carga junto à Cemig.
O retrofit é cobrado por hora técnica (R$ 300/h) ou pacote fechado após o diagnóstico revelar o escopo. Não é obrigatório — mas, na maioria dos casos, é a forma mais segura de seguir.
Cinco a sete dias úteis para entender se a sua recarga é viável, qual a rota mais econômica e qual o caminho regulatório certo — antes de qualquer compromisso de obra.