Consultório, clínica, farmácia, veterinária, laboratório ou estúdio de tatuagem: na atividade de alto risco, a Prefeitura de BH exige o PGRSS protocolado para dar o alvará sanitário. A EQUA mede os resíduos no local, faz o plano com ART, protocola e responde às pendências até o fim da análise.
Sem preço de tabela: o valor sai fechado na proposta, depois de três perguntas pelo WhatsApp. A taxa da Prefeitura é paga à parte.
Escolha o seu caso. A mensagem sai pronta no WhatsApp, e a primeira resposta diz qual formulário é o seu, antes de falar em valor. Com mais três perguntas, a proposta chega fechada.
Consultório odontológico
Enviar o endereço do consultório
Clínica médica ou de estética que aplica injetáveis, faz pequena cirurgia ou coleta
Contar os procedimentos da clínica
Farmácia ou drogaria, aplicando ou não injetáveis e vacinas
Enviar o CNPJ e o endereço
Clínica veterinária, com ou sem cirurgia, internação e exame de imagem
Enviar o endereço da clínica
Laboratório de análises, posto de coleta ou serviço de imagem
Enviar a lista de exames
Estúdio de tatuagem e piercing
Enviar o CNPJ do estúdio
Prédio de consultórios em que o condomínio guarda os resíduos das salas ou contrata a coleta
Enviar o endereço do prédio
Não sei qual formulário é o meu, nem se preciso do plano
Contar o que o estabelecimento faz
Em Belo Horizonte, a licença da Vigilância Sanitária para a atividade se chama Alvará de Autorização Sanitária, o AAS. Para as atividades de alto risco, o Portal de Serviços da Prefeitura lista entre as exigências do pedido ter protocolado o PGRSS, o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, e a página do próprio PGRSS avisa que o número do protocolo é exigência obrigatória para obter o AAS. As atividades de médio risco ficam fora dessa exigência.
Quem é alto risco está na Portaria SMSA/SUS-BH 0221/2022. Entram direto na lista a atividade odontológica, as farmácias e drogarias, os laboratórios clínicos, os serviços de diagnóstico por imagem, a tatuagem e o piercing e a atividade médica ambulatorial com procedimentos cirúrgicos ou exames complementares. Consulta médica, estética e fisioterapia passam a alto risco quando há procedimento invasivo; a veterinária, quando usa medicamento controlado ou equipamento de imagem.
O dever de ter o plano vem da lei municipal. A Lei 10.534/2012 obriga todo gerador de resíduo de serviço de saúde a elaborar, apresentar à Prefeitura, implantar e monitorar o PGRSS (art. 46, § 3º), e o Decreto 16.509/2016 prevê a cassação do alvará quando as notificações para aprovar ou implantar o plano são descumpridas repetidas vezes (art. 12).
Quem já tem AAS precisa olhar a data. Segundo o Portal, o alvará de alto risco vale 2 anos, não se renova (cada vez é um pedido novo) e o pedido deve sair até 30 dias antes do vencimento. Mudou de endereço ou de atividade, é preciso AAS novo, e o plano aprovado só continua valendo se a estrutura, as atividades e os resíduos continuarem os mesmos (Decreto 16.509, art. 7º).
Contar o que o estabelecimento faz
O plano passa por dois órgãos da Prefeitura: a Vigilância Sanitária, que olha o que acontece dentro do estabelecimento, e a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), que olha o armazenamento, a coleta e o destino (Decreto 16.509, arts. 16 e 17). Os dois recebem um formulário só por pedido, escolhido pelos grupos de resíduo que o estabelecimento gera. Os grupos vêm da RDC 222/2018 da Anvisa: o A é o infectante (gaze e luva com sangue, por exemplo), o B é o químico (medicamento vencido, revelador de raio X, amálgama, pilhas), o D é o lixo comum, inclusive o reciclável, e o E é o que corta ou fura (agulha, lâmina, lanceta).
| Formulário | Para quem | Decreto 16.509 |
|---|---|---|
| Simplificado (Anexo III) | Quem gera apenas resíduos destes tipos: gaze, luva e algodão com sangue (subgrupo A4), frascos de vacina (A1), peças anatômicas (A3), químicos (B), lixo comum (D) e o que corta ou fura (E). Os exemplos que a cartilha da SLU dá para consultório médico, consultório odontológico e farmácia ficam todos aqui. | art. 20 |
| Completo (Anexo IV) | Quem gera também outros resíduos infectantes, como as culturas de micro-organismos e as sobras de amostras com sangue do laboratório (subgrupo A1). | art. 21 |
| Declaração do Grupo D (Anexo V) | Quem gera só lixo comum. Não é plano: é uma declaração assinada pelo responsável legal, sem responsável técnico, que vale como PGRSS aprovado. | arts. 13, 22 e 30 |
| Condomínio (Anexo VI) | Prédio que guarda os resíduos de saúde das salas ou contrata a coleta deles. | arts. 2º e 23 |
O Portal pede o formulário baixado na hora do pedido: versão antiga não vale. Rejeito radioativo, o Grupo C, de medicina nuclear e radioterapia, segue o Plano de Proteção Radiológica e as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e fica fora deste serviço.
Para cada grupo, o formulário simplificado pede o que é gerado, em que ambiente, quantos litros por mês e em que embalagem (Decreto 16.509, Anexo III). Depois vêm a separação na origem, o caminho dos resíduos dentro do estabelecimento, o lugar onde ficam até a coleta, a empresa que coleta e com que frequência, e a empresa que trata e dá o destino final.
A quantidade tem de ser medida. A cartilha da SLU manda medir por uma ou duas semanas, todo dia no mesmo horário, com os sacos fechados dentro de um recipiente de volume conhecido, e tirar a média em litros. Converter quilos em litros não vale. É esse número que dimensiona os recipientes e a frequência de coleta, e é ele que decide se o estabelecimento precisa de abrigo.
Dois detalhes da cartilha mudam o plano: a lixeira de dentro da sala não conta como armazenamento final, e pilhas, lâmpadas e cartuchos de impressora entram como Grupo B. O formulário também pede o nome de quem cuida dos resíduos no dia a dia, com função e carga horária. É alguém da sua equipe, e a EQUA explica o papel antes de preencher.
O abrigo de resíduos, que a Prefeitura chama de ARS, é o cômodo exclusivo onde os recipientes ficam até a coleta. Quem decide se ele é exigido é a quantidade, contada por período de coleta e em dois montes separados: os grupos A e E somados, de um lado, e o Grupo D, do outro (Portaria SLU 022/2020, itens 4.4 e 4.5).
| Geração por coleta | O que a SLU exige |
|---|---|
| Até 240 litros | Não precisa de abrigo. Os recipientes ficam em local coberto, identificado, de acesso restrito e fácil de lavar, descrito no plano. |
| Acima de 240 até 1.000 litros | Abrigo ou abrigo reduzido (um cômodo menor), com planta baixa em escala 1:100 e projeto do abrigo em escala 1:50 anexados ao plano. |
| Acima de 1.000 litros | Abrigo obrigatório, com a mesma planta e o mesmo projeto. |
O projeto do abrigo só pode ser feito por profissional do CREA ou do CAU (Decreto 16.509, art. 26). Quem é de outro conselho pode assinar o plano, mas não essa peça. Quando o abrigo exige obra com alvará de construção, a SLU e a área de licenciamento de obras da Prefeitura analisam o projeto juntas, antes de aprovar o plano (art. 29). Na EQUA, quem mede os resíduos é quem desenha o abrigo, e o projeto já sai com as medidas que o levantamento encontrou.
O Decreto 16.509 trata como gerador o condomínio que guarda os resíduos de saúde das salas ou contrata a coleta deles, mesmo que faça isso por simples tolerância (art. 2º, § 2º, I). Nesse caso o condomínio apresenta PGRSS próprio, no formulário do Anexo VI (art. 23).
O plano do prédio não dispensa o de cada sala (art. 23, § 1º). A sala que só usa o abrigo do condomínio continua responsável por todas as etapas, menos o armazenamento final (§ 4º). E o formulário do condomínio pede planta baixa em 1:100 e o projeto do local de armazenamento em 1:50, com abrigos separados para os grupos A e E e para o Grupo D quando a geração passa de 240 litros por coleta (Anexo VI, item 9).
Quando o plano do prédio e os das salas saem do mesmo levantamento, o abrigo, as contas de litros e os contratos de coleta batem entre si. A EQUA também atende condomínios de BH na engenharia condominial.
Quando a análise volta com pendência, o estabelecimento tem 60 dias para responder, prorrogáveis uma vez, por igual período, se o pedido for feito dentro do prazo e com justificativa. Duas análises sem a pendência resolvida, ou duas vistorias da SLU sem o plano implantado, arquivam o processo, e para reabrir é preciso pagar a taxa de novo (Decreto 16.509, art. 32).
A Vigilância Sanitária e a SLU conferem o que um modelo pronto de PGRSS não sabe: quantos litros o seu espaço gera, onde cada resíduo nasce e de quanto em quanto tempo a empresa recolhe.
Depois de aprovado, o plano vira rotina. Se a separação estiver errada, a Prefeitura pode mandar tratar o lixo comum como infectante, ou como químico, na coleta e na destinação, mesmo com o plano aprovado (art. 36). Para isso serve o treinamento da equipe, que a EQUA oferece como opção.
A RDC 222/2018 da Anvisa permite que o estabelecimento contrate fora a elaboração do plano (art. 10), e a cartilha do CREA-MG de 2025 põe os engenheiros civil, sanitarista e ambiental entre os principais responsáveis pelo PGRSS (p. 14). Na EQUA, o mesmo engenheiro civil vai ao local, mede, monta o plano, desenha o abrigo quando ele é exigido e registra a ART, a Anotação de Responsabilidade Técnica no CREA-MG: Eng. Humberto Lopes, CREA-MG 228.715, em nome da EQUA Engenharia.
A EQUA não coleta, não transporta e não trata resíduo. Como não vende coleta, não tem motivo para inflar o plano, e quem confere os contratos da empresa de coleta não tem interesse neles.
| Etapa | O que acontece |
|---|---|
| 1. Três perguntas e a proposta | Pelo WhatsApp: o que o estabelecimento faz e onde fica, se já funciona com contrato de coleta e se o prédio guarda os resíduos. A proposta chega com o valor fechado e o prazo de cada etapa. |
| 2. Levantamento no local | Os ambientes onde nasce cada resíduo, a medição em litros, o lugar onde os recipientes ficam até a coleta e a conferência do contrato e das licenças da empresa de coleta. |
| 3. Plano com ART | O plano no formulário que cabe ao seu caso, com ART do Eng. Humberto Lopes no código 6.2.4.6 do CREA-MG, como orienta a cartilha da SLU. |
| 4. Projeto do abrigo, quando passar de 240 litros | Planta baixa em 1:100 e projeto do abrigo em 1:50, com as medidas, o piso, a porta, o ponto de água e o ralo que o formulário pede. |
| 5. Anexos | Contrato social, documento do responsável legal, contratos e licenças ambientais das empresas de coleta e de destino, e a guia da taxa da SLU paga. Quem ainda não abriu entra com o cronograma de implantação. |
| 6. Protocolo no Portal | A EQUA protocola no Portal de Serviços da Prefeitura, com o login gov.br do responsável técnico, como o Portal permite, e manda a você o número do protocolo para o pedido do alvará sanitário. |
| 7. Pendências até o fim da análise | A Vigilância Sanitária analisa a parte de dentro do estabelecimento e a SLU a parte de fora. Cada pendência é respondida no mesmo processo, dentro dos 60 dias. |
| 8. Treinamento da equipe (opcional) | A RDC 222 manda manter educação continuada de quem lida com os resíduos (art. 91). A EQUA oferece o treinamento como item separado da proposta. |
O prazo de cada etapa da EQUA vem por escrito na proposta. O da Prefeitura não depende da EQUA: o Portal informa até 180 dias para a análise, e a decisão é da Vigilância Sanitária e da SLU.
A taxa de análise da SLU é paga pelo estabelecimento, na guia DRAM da Prefeitura, e o Portal só aceita a guia com o comprovante de pagamento (agendamento não vale). Em 2026, ela custa R$ 60,89 até 100 litros por dia, somando todos os resíduos, R$ 121,87 de 101 a 500 litros e R$ 241,72 acima de 500 litros (Portaria SLU 001/2026).
Profissional habilitado, com o documento de responsabilidade técnica do seu conselho (Decreto 16.509, art. 25). A cartilha da SLU cita como exemplos CRM, CREA, CRBio, CRF e CRO e orienta que, no CREA-MG, a ART use o código 6.2.4.6, plano de gerenciamento de resíduos. A cartilha do CREA-MG de 2025 põe os engenheiros civil, sanitarista e ambiental entre os principais responsáveis pelo PGRSS (p. 14). O projeto do abrigo, quando é exigido, só pode ser feito por profissional do CREA ou do CAU (art. 26). Na EQUA, assina o Eng. Humberto Lopes, engenheiro civil, CREA-MG 228.715, com ART em nome da EQUA Engenharia.
Depende do formulário, de quantos ambientes geram resíduo, de o estabelecimento já funcionar ou não e de haver projeto de abrigo. Por isso não há tabela: depois de três perguntas pelo WhatsApp, a proposta sai com o valor fechado. A taxa de análise da SLU é à parte, paga pelo estabelecimento: em 2026, R$ 60,89 até 100 litros por dia, somando todos os resíduos, R$ 121,87 de 101 a 500 litros e R$ 241,72 acima de 500 (Portaria SLU 001/2026).
O Portal de Serviços informa até 180 dias para a análise. O pedido do alvará sanitário exige o PGRSS protocolado, e o número do protocolo sai no momento em que o pedido é enviado pelo Portal. A EQUA não promete data nem resultado da análise, que cabem à Vigilância Sanitária e à SLU. O que ela controla é o prazo das próprias etapas, escrito na proposta, e a resposta às pendências.
O simplificado, do Anexo III do Decreto 16.509, é para quem gera só frascos de vacina do subgrupo A1, resíduos dos subgrupos A3 e A4 e dos grupos B, D e E (art. 20). Quem gera também outros grupos, como culturas de micro-organismos e sobras de amostras com sangue em laboratório, usa o completo, do Anexo IV (art. 21). Os exemplos da cartilha da SLU para consultório médico, consultório odontológico e farmácia ficam nos grupos do simplificado. O formulário se define no levantamento, pelos resíduos que o estabelecimento gera de fato.
Não. Quem gera só resíduo do Grupo D entrega a declaração do Anexo V, assinada pelo responsável legal, sem responsável técnico (Decreto 16.509, arts. 22 e 30), e ela vale como PGRSS aprovado (art. 13). Antes de declarar, confira: gaze ou luva com sangue, agulha, lâmina e medicamento vencido não são Grupo D. Se a dúvida for essa, a primeira resposta da EQUA já diz.
O plano aprovado tem validade indeterminada enquanto o estabelecimento mantiver a mesma estrutura, as mesmas atividades e o mesmo tipo e quantidade de resíduos (Decreto 16.509, art. 7º). Trocar a empresa de coleta não muda a validade, mas os documentos da nova empresa precisam ser entregues em até 60 dias da contratação (art. 7º, § 4º). Se uma mudança no estabelecimento inviabilizar o plano, a Prefeitura notifica para refazer e reapresentar (art. 11).
Não substitui o seu. Quando o condomínio guarda os resíduos das salas ou contrata a coleta, ele apresenta plano próprio, no Anexo VI, e cada sala continua obrigada a apresentar o dela, simplificado ou completo (Decreto 16.509, art. 23, §§ 1º e 3º). A sala que só usa o abrigo do prédio responde por todas as etapas, menos o armazenamento final (§ 4º).
Não. A EQUA é consultoria de engenharia: não coleta, não transporta e não trata resíduo. Coleta, transporte, tratamento e destino final ficam com empresa licenciada, contratada pelo estabelecimento. Para quem já funciona, o plano vai com cópia desses contratos e das licenças ambientais das empresas (Decreto 16.509, art. 33), e a EQUA confere esses papéis antes de protocolar.
O estabelecimento tem 60 dias para atender, e dá para pedir prorrogação uma única vez, por igual período, com justificativa, dentro desse prazo (Decreto 16.509, art. 32, §§ 4º e 5º). Duas análises sem a pendência atendida arquivam o processo, e reabrir exige pagar a taxa de novo (art. 32, § 2º). Nos planos que a EQUA protocola, a resposta às pendências faz parte do serviço e vai no mesmo processo (art. 31).
Dá. O formulário aceita a data prevista de início, e quem ainda não funciona apresenta o cronograma de implantação do plano no lugar dos contratos de coleta (Decreto 16.509, Anexo III, item 7.5). Se o abrigo exigir obra com alvará de construção, o projeto passa pela SLU e pela área de licenciamento de obras da Prefeitura antes da aprovação do plano (art. 29). Por isso vale começar enquanto a reforma do espaço ainda está no papel.
A EQUA atende Belo Horizonte e a região metropolitana, incluindo Contagem, Betim, Nova Lima, Vespasiano, Sabará, Santa Luzia e Lagoa Santa. As regras desta página são as de Belo Horizonte; fora da capital, o trabalho começa pela regra do município. Escolha o seu caso; se nenhum servir, a última porta é para contar o que o estabelecimento faz.
Consultório odontológico
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Clínica médica ou de estética que aplica injetáveis, faz pequena cirurgia ou coleta
Contar os procedimentos da clínica
Farmácia ou drogaria, aplicando ou não injetáveis e vacinas
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Clínica veterinária, com ou sem cirurgia, internação e exame de imagem
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Laboratório de análises, posto de coleta ou serviço de imagem
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Estúdio de tatuagem e piercing
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Contar o que o estabelecimento faz
Conteúdo informativo de caráter geral, para responsáveis por estabelecimentos de saúde e por condomínios em Belo Horizonte. Não constitui PGRSS, projeto nem parecer, não é acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica e não dispensa o levantamento no local.
A EQUA Engenharia é consultiva: elabora o plano e o projeto do abrigo, protocola e acompanha o processo. Não coleta, não transporta, não trata nem dá destino a resíduos. A análise e a aprovação do PGRSS são atos da Vigilância Sanitária e da Superintendência de Limpeza Urbana da Prefeitura, e o prazo e o resultado não dependem da EQUA.
Ficam fora do escopo o rejeito radioativo (Grupo C), que segue o Plano de Proteção Radiológica e as normas da CNEN, e o estabelecimento sujeito a licenciamento ambiental, cujo plano tramita por regras próprias (Decreto 16.509, art. 28). O responsável pelo gerenciamento do dia a dia é da equipe do estabelecimento.
As referências refletem os textos vigentes na data da conferência e estão sujeitas a alteração: Lei Municipal 10.534/2012, art. 46; Decreto Municipal 16.509/2016 e seus anexos; Portaria SLU 022/2020; Portaria SLU 001/2026; Portaria SMSA/SUS-BH 0221/2022; cartilha da SLU do formulário simplificado do PGRSS, 2ª versão, julho de 2026; páginas dos serviços de PGRSS e de Alvará de Autorização Sanitária no Portal de Serviços da Prefeitura, atualizadas em 02/10/2026; RDC Anvisa 222/2018; cartilha de PGRSS do CREA-MG, 2025. Em caso de divergência, prevalece o texto oficial.
Quem contratou a EQUA
★★★★★ 5,0 · 10 avaliações no Google
"Atenciosa, profissional e ágil."
Cond. Cathedral
Condomínio · Avaliação Google · ago/2026
"Excelente trabalho, informações claras e organizadas, muito pontual."
Cassio Nogueira
Avaliação Google · out/2026
"Trabalho correto, tudo muito claro e dentro dos prazos. Recomendo sim."
Geovane Caixeta
Avaliação Google · jun/2026