EQUA · Projeto hidráulico · Belo Horizonte e região

Projeto hidrossanitário em BH para casa, prédio e comércio, com ART em nome da EQUA.

Casa para construir ou financiar, prédio que quer individualizar a água, lote sem rede que pede fossa e teste de percolação, clínica, restaurante ou loja, caixa de captação pedida pela prefeitura. A EQUA projeta água, esgoto e chuva pelo que a Copasa e a prefeitura conferem.

Sem preço de tabela: o valor e o prazo de cada etapa vêm por escrito na proposta, depois de ver a planta e, se preciso, o local.

Projetos assinados por Eng. Humberto Lopes, engenheiro civil, CREA-MG 228.715, com ART registrada em nome da EQUA Engenharia. Cada lei, norma e manual aparece com a fonte ao lado, conferida em setembro de 2026.

O que o projeto precisa ver primeiro muda com o imóvel

Uma casa em lote abaixo da rua, um prédio antigo que quer dividir a conta de água e um lote sem rede de esgoto começam por papéis diferentes. Toque na situação do seu imóvel: a mensagem vai pronta para o WhatsApp e pede o que você já tem guardado.

Vou construir a casa, com ou sem financiamento, e preciso do projeto de água e esgoto
Enviar a planta da casa

Sou síndico e o condomínio quer individualizar a água na Copasa
Enviar os dados do prédio

O lote não tem rede de esgoto e preciso da fossa com o teste de percolação
Enviar a localização do lote

Vou abrir ou reformar clínica, consultório, restaurante ou loja
Enviar o layout do arquiteto

A prefeitura pediu a caixa de captação ou um projeto hidráulico
Enviar a exigência da prefeitura

Sou arquiteto e preciso do complementar hidrossanitário
Enviar o arquitetônico

A água vem do vizinho: infiltração ou vazamento entre unidades
Ver o laudo de infiltração

Vou reformar o apartamento e mexer na hidráulica
Ver o plano de reforma

Não sei que projeto o imóvel precisa
Contar como é o imóvel

Planta, endereço e o que foi pedido já bastam para a primeira resposta.

Em BH, a obra só conta como concluída com água e esgoto executados e ligados à rede

O projeto hidráulico residencial, que no nome técnico é o hidrossanitário, reúne quatro sistemas: água fria, água quente, esgoto com a ventilação e águas pluviais. Ele decide por onde cada cano passa antes de a parede subir.

Pela Lei 9.725/2009 de Belo Horizonte, a edificação só pode ser ocupada depois da Certidão de Baixa de Construção (art. 31), que muita gente ainda chama de habite-se. A lei só considera concluída a obra que cumpre, ao mesmo tempo, uma lista de condições. Entre elas estão as instalações hidrossanitárias e elétricas executadas e ligadas à rede pública, a área permeável vegetada e os pisos e paredes impermeáveis nos ambientes de preparo de alimentos e de higiene (art. 32, parágrafo único, I). Na vistoria da baixa, a prefeitura confere se a obra seguiu o projeto aprovado e se essas condições foram atendidas (art. 33).

A lei olha a instalação pronta e ligada. O caminho até lá se acerta no projeto, antes da obra: é nele que se resolve o caimento do esgoto até a rede e a pressão do chuveiro no andar de cima.

Para a casa de uma família, a carta de serviço da Prefeitura de Contagem registra que a Copasa dispensa a DTB (as Diretrizes Técnicas Básicas de água e esgoto que ela emite para empreendimento) e orienta procurar a agência regional.

O que muda o projeto de uma casa para outra:

Na obra financiada, o que o banco pede vem na lista da própria agência. O projeto sai com ART e pronto para ir junto da documentação. O resto da baixa e da regularização está em regularização e habite-se em BH.

Enviar a planta da casa

No prédio habitado, a Copasa individualiza a água depois de ata unânime, projeto e duas vistorias

Individualização de água, medição individualizada de água, individualização de hidrômetro: o síndico usa os três nomes para o mesmo pedido, que no manual da Copasa se chama medição individualizada. Cada apartamento passa a ter hidrômetro e conta próprios (item 9.3 do manual). O hidrômetro principal continua medindo o prédio inteiro, e a diferença entre ele e a soma dos individuais, que inclui a água das áreas comuns e eventuais vazamentos, vira uma fatura própria do condomínio (item 4, definição de água de uso comum, e item 5.11).

O rito para o condomínio já habitado está no Manual de Requisitos Técnicos da Medição Individualizada da Copasa, versão 01, item 11.1:

  1. O condomínio informa os dados do prédio e o modelo pretendido, e a Copasa faz uma visita para avaliar a viabilidade (passos 2 e 3).
  2. A Copasa confere se todos os responsáveis pelas unidades estão em dia com ela, em qualquer imóvel cadastrado em nome deles (passo 3a e item 5.2).
  3. O condomínio apresenta o Projeto de Medição Individualizada, com a "Relação dos hidrômetros a serem instalados" preenchida pelo projetista (passo 4 e Anexo 6).
  4. A Copasa analisa o projeto, aprova ou pede ajustes, e autoriza o início (passos 5 e 6).
  5. O condomínio entrega a documentação, que inclui a ata da assembleia com a aprovação unânime, registrada em cartório, e o termo de adesão assinado pelo síndico e por todos os condôminos, com procuração quando preciso (passo 8, item 5.10 e Anexos 1 a 3).
  6. Depois do primeiro nicho pronto, o condomínio pede a vistoria da Copasa; no fim das instalações, pede outra (passos 11 e 12).
  7. Com leitura remota, entram ainda os testes da telemetria (passos 14 e 16). A Copasa confere outra vez a adimplência, instala os hidrômetros e ativa a medição individualizada (passos 13, 15 e 17).

A Copasa analisa só o que interfere no abastecimento público e as condições da medição individualizada. O projeto hidráulico do prédio, com ramais internos, pressões, prumadas, bombeamento e reservação, é de total responsabilidade do condomínio (itens 5.8 e 12). É nessa parte que entra o engenheiro, e o manual pede ainda que a relação dos hidrômetros venha preenchida pelo projetista (passo 4).

O manual aceita seis modelos para condomínio convencional: padrões no muro externo, em bateria centralizada ou no hall de entrada, com leitura visual ou remota conforme o modelo, ou nos andares, estes só com leitura remota (Tabela 2 e item 7.5). A leitura remota só vale se o hidrômetro individual mais distante ficar a até 90 metros do principal, e menos se houver barreira física ou eletromagnética (5.18). Quando é tecnicamente possível, o manual admite também uma ligação de água por unidade no lugar da medição individualizada (3.2, "a"). E recomenda evitar a válvula de descarga convencional e priorizar a caixa acoplada, pela vazão limitada dos hidrômetros (5.19).

A medição só é implantada no conjunto das unidades, nunca em parte delas (5.1), e o condomínio precisa ser instituído, com CNPJ próprio (5.7).

Prédio novo tem regra própria. Segundo a Câmara Municipal de Belo Horizonte, a Lei 10.838/2015 prevê hidrômetro individual nas edificações acima de três andares ou seis moradias aprovadas depois dela, previsto desde a planta hidráulica e como requisito da baixa e do habite-se.

A EQUA faz o projeto, preenche a relação dos hidrômetros e acompanha as duas vistorias. A obra dos padrões fica com o condomínio, e a EQUA não vende kit de hidrômetro.

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Sem rede de esgoto, o sumidouro é dimensionado pelo teste de percolação feito no lote

Em lote sem rede coletora, o esgoto é tratado no próprio terreno. O projeto prevê o tanque séptico, que é o nome técnico da fossa séptica, o filtro e o sumidouro, por onde o efluente tratado volta ao solo.

O projeto segue a ABNT NBR 17076, de 2024, que substituiu as antigas NBR 7229 e 13969, ainda citadas em muito material na internet. O tamanho da fossa depende de quantas pessoas usam a casa; o do sumidouro, do teste de percolação, que mede quanto o solo daquele lote absorve. A mesma casa, em solos diferentes, pede sumidouros diferentes.

Com o resultado do teste, o projeto loca a fossa, o filtro e o sumidouro no terreno, respeitando a distância do poço, da divisa e da casa, e sai com ART.

A EQUA atende lotes em Nova Lima, Lagoa Santa, Brumadinho, Esmeraldas e no restante da Grande BH, em condomínio fechado ou em bairro sem rede.

Na obra financiada em lote sem rede, pergunte na agência se a fossa e o sumidouro precisam vir locados no projeto e com o teste do solo: a lista que vale é a dela.

A EQUA não vende fossa pronta nem biodigestor e não faz limpeza de fossa. Quem executa é a obra, seguindo o projeto.

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Em clínica, restaurante e loja, o hidrossanitário segue o layout do arquiteto, ponto por ponto

Cada equipamento tem o seu ponto de água e de esgoto: o lavatório de cada consultório, a cuba e a máquina da cozinha, a caixa de gordura do restaurante, o banheiro do cliente e o do funcionário. O projeto parte do layout e é compatibilizado com o arquitetônico antes da obra, quando mudar um ponto ainda custa uma linha no desenho.

Quando a obra passa pela baixa de construção em BH, a lei pede pisos e paredes impermeáveis nos ambientes de preparo de alimentos e de higiene (Lei 9.725/2009, art. 32, parágrafo único, I).

Quando o arquiteto conduz o projeto do ponto, a EQUA entra com o complementar hidrossanitário e a ART própria. Quando ainda não há arquiteto, a conversa começa pela planta do imóvel e pelo que vai funcionar em cada sala.

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Em BH, a caixa de captação faz o lote construído lançar a vazão de chuva do terreno natural

A Lei 11.181/2019, o Plano Diretor de Belo Horizonte, trata a caixa de captação de águas pluviais como complemento da taxa de permeabilidade, com a função de amortecer a descarga de água de chuva na rede pública de drenagem. Os casos em que ela é exigida ficam para o regulamento (art. 161, § 8º). A instalação deve fazer o terreno edificado lançar na rede a vazão equivalente à de condições naturais (§ 9º). Manutenção e limpeza periódica ficam com o proprietário (§ 10), e a caixa pode servir de reservatório para reuso da água de chuva (§ 11).

Pelo e-book do Plano Diretor da prefeitura (Módulo 2, agosto de 2020), a caixa é exigida em todo o território municipal, exceto nas Zeis e Aeis, as zonas e áreas especiais de interesse social. Em modificação de projeto com acréscimo de área, entra dispositivo de drenagem quando a área permeável diminui. As dimensões e a localização da caixa constam do projeto a ser licenciado, e ela não pode ficar em área privativa de unidade de condomínio.

O cálculo é feito na planilha da prefeitura, com dados do responsável técnico, pela vazão primitiva do terreno não impermeabilizado: Q = 0,00278 × C × I × A. Nela, Q é a vazão em m³/s, C o coeficiente de escoamento superficial, I a intensidade da chuva de projeto em mm/h e A a área de drenagem em hectares. Telhado verde e jardim drenante podem complementar a caixa, ligados a ela por tubulação.

Na prática, ela aparece na casa nova, na ampliação que reduz a área permeável e na regularização. A aprovação é da prefeitura. O cálculo e o desenho, com ART, são da EQUA.

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O engenheiro civil assina água, esgoto e drenagem da edificação, e a EQUA não vende nem instala

O art. 7º da Resolução Confea 218/1973 dá ao engenheiro civil as atividades referentes a edificações, a sistemas de abastecimento de água e de saneamento e a drenagem, com seus serviços afins e correlatos. Na EQUA, quem assina é o Eng. Humberto Lopes, CREA-MG 228.715, com ART registrada em nome da EQUA Engenharia. Quando o caso pede ida ao local, vai quem assina.

O projeto hidrossanitário da EQUA entrega, para água fria e quente, esgoto e ventilação e águas pluviais: planta, isométrico, quadros, memória de cálculo e lista de materiais. Conforme o caso, entram ainda o projeto de medição individualizada com a relação dos hidrômetros, a fossa com o laudo do teste de percolação e a caixa de captação.

Hidrante e reserva de incêndio ficam no projeto de incêndio, que segue a regra do Corpo de Bombeiros.

A EQUA não vende kit de hidrômetro, tanque séptico nem biodigestor, e não executa a obra. Quem projeta sem vender o material não tem motivo para pôr bomba, tanque ou hidrômetro a mais no desenho.

Para o arquiteto: o complementar sai compatibilizado com o arquitetônico, com a ART do hidrossanitário em nome da EQUA.

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Da planta à ART, o prazo de cada etapa vem escrito na proposta

EtapaO que acontece
1. Leitura do casoCom a planta ou o endereço, o tipo de imóvel, se há rede de esgoto na rua e quem pediu o quê, a EQUA diz qual projeto o caso pede.
2. Proposta por escritoValor e prazo de cada etapa; taxa de órgão, quando houver, à parte.
3. Visita ao local, quando o caso pedeNível do lote em relação à rua; hidrômetro, prumadas e reservatórios do prédio; teste de percolação no lote sem rede.
4. Projeto com ARTPlanta, isométrico, quadros, memória de cálculo e lista de materiais.
5. Copasa, na individualizaçãoRelação dos hidrômetros no projeto e acompanhamento das duas vistorias que o condomínio pede: a do primeiro nicho e a do fim das instalações.
6. AjustesCompatibilização com o arquiteto e resposta ao que o órgão pedir.

Os prazos são da EQUA e vêm na proposta. O tempo da Copasa, da prefeitura e do banco corre por conta de cada um e não entra nesta conta.

Contar como é o imóvel

O que o projeto hidrossanitário não inclui

Fica fora deste serviço: execução e instalação, caça-vazamento, revisão de conta da Copasa, venda de fossa pronta, biodigestor ou kit de hidrômetro, e projeto de piscina. Se a água aparece na sua parede e vem do vizinho, o caminho é o laudo de infiltração.

A aprovação e o prazo da Copasa, da prefeitura e do banco dependem de cada um deles. A EQUA responde pelo que assina.

O que síndicos, donos de casa e arquitetos perguntam antes de contratar

Quanto custa um projeto hidrossanitário?

O valor depende do que a obra tem: área e número de pavimentos, quantidade de banheiros e de pontos de água, tipo de aquecimento, rede de esgoto na rua ou fossa com teste de percolação e caixa de captação. No condomínio, entram o número de unidades e o modelo de medição escolhido na Copasa. Conta também a compatibilização com o projeto do arquiteto. Por isso não há tabela: com a planta e o endereço, a EQUA manda a proposta por escrito, com o valor e o prazo de cada etapa. Se a obra também precisa do projeto elétrico, os outros complementares estão em projetos de engenharia em BH.

Quem pode fazer e assinar o projeto hidrossanitário?

Profissional habilitado, que registra no seu conselho a responsabilidade técnica pelo projeto. O art. 7º da Resolução Confea 218/1973 dá ao engenheiro civil as atividades referentes a edificações, a sistemas de abastecimento de água e de saneamento e a drenagem. Na EQUA, assina o Eng. Humberto Lopes, engenheiro civil, CREA-MG 228.715, com ART registrada em nome da EQUA Engenharia.

A prefeitura ou a Copasa exigem projeto hidrossanitário?

Cada uma confere uma coisa. A prefeitura de Belo Horizonte, na vistoria da baixa de construção, confere se as instalações hidrossanitárias foram executadas e ligadas à rede pública e se a obra seguiu o projeto aprovado (Lei 9.725/2009, arts. 32 e 33). No licenciamento, a caixa de captação entra no projeto, com dimensões e localização (e-book do Plano Diretor da prefeitura). A Copasa, na medição individualizada, analisa o que interfere no abastecimento público, e o projeto hidráulico interno do prédio é responsabilidade do condomínio (manual da Copasa, itens 5.8 e 12). Para a casa de uma família, a carta de serviço da Prefeitura de Contagem registra que a Copasa dispensa a DTB, as diretrizes que ela emite para empreendimento, e orienta procurar a agência regional. Na obra financiada, o banco pede o que está na lista da agência. O resto da baixa está em regularização e habite-se em BH.

Como funciona a individualização de água no condomínio?

No condomínio habitado, o rito é o do item 11.1 do Manual de Requisitos Técnicos da Medição Individualizada da Copasa. A Copasa visita o prédio para ver a viabilidade, o condomínio apresenta o projeto com a relação dos hidrômetros preenchida pelo projetista, e a Copasa aprova ou pede ajustes. O condomínio pede duas vistorias, uma depois do primeiro nicho pronto e outra no fim das instalações; com leitura remota, há ainda os testes da telemetria. Por último, a Copasa instala os hidrômetros e ativa a medição. A documentação inclui a ata da assembleia com aprovação unânime, registrada em cartório, e o termo de adesão assinado pelo síndico e por todos os condôminos, com procuração quando preciso (item 5.10 e Anexos 1 a 3). A medição só é implantada no conjunto das unidades (5.1), e o condomínio e todos os condôminos precisam estar em dia com a Copasa, em qualquer imóvel cadastrado em nome deles (5.2). A adequação das instalações é paga pelo condomínio e os hidrômetros individuais, pelas unidades (10.1 e 10.2); vazamento nos ramais internos continua sendo do condomínio (10.7).

Prédio alto ou com aquecimento central pode ter medição individualizada?

O manual da Copasa não traz limite de andares. A altura entra pela pressão: o projeto considera a pressão da rede, as perdas nas conexões e a altura do prédio em relação à rua (item 5.14). A Copasa assegura o abastecimento até 10 metros de coluna d'água a partir do nível da rua (5.16). Quando isso não basta, a reservação e o recalque ficam com o condomínio, com o reservatório depois do hidrômetro principal e antes dos individuais (5.17). O aquecimento central pesa mais: condomínio com sistema coletivo de água quente não pode aderir, e o próprio manual dá o motivo, que é a falta de hidrômetro de água quente homologado pelo Inmetro quando ele foi escrito (5.6). Se esse hidrômetro existir, a adesão pode ser aprovada desde que a instalação quente não se comunique com a fria ligada à rede nem com o reservatório de água fria (5.6.1). Também não aderem condomínios com fonte alternativa de abastecimento de água, fora da rede pública (5.3 e 5.4). São das primeiras coisas que a EQUA confere no prédio.

Prédio novo em BH precisa de hidrômetro individual?

Há lei municipal sobre isso. Segundo a Câmara Municipal de Belo Horizonte, a Lei 10.838/2015 prevê hidrômetro individual em cada unidade das edificações acima de três andares ou seis moradias aprovadas depois dela, como prédio de apartamentos, prédio comercial com lojas e salas e condomínio horizontal. A medida entra desde a planta hidráulica e conta como requisito para as certidões de Baixa e Habite-se. O hidrômetro geral continua, e a diferença para a soma dos individuais é a água das áreas comuns, rateada entre os condôminos. A mesma notícia da Câmara trata da Lei 10.840/2015, que prevê o reuso das águas cinzas, como as do chuveiro, do lavatório e da máquina de lavar, em empreendimento novo, público ou privado, que consuma 20 m³ de água ou mais por dia.

O lote não tem rede de esgoto. O que o projeto da fossa precisa ter?

O projeto segue a ABNT NBR 17076, de 2024. A fossa é dimensionada por quantas pessoas usam a casa, e o sumidouro, pelo teste de percolação feito no próprio lote, que mede quanto o solo absorve. Com isso, o projeto loca no terreno o tanque séptico, o filtro e o sumidouro, respeitando a distância do poço, da divisa e da casa, com ART. Na obra financiada, confira na agência o que a lista pede sobre a fossa e o teste do solo. A EQUA faz o teste e o projeto; não vende fossa pronta nem biodigestor.

A caixa de captação é obrigatória em BH?

Em regra, sim. A Lei 11.181/2019 deixa para o regulamento os casos em que a caixa é exigida (art. 161, § 8º) e diz o que ela deve fazer: o lote construído precisa lançar na rede pública a vazão de chuva equivalente à de condições naturais (§ 9º). Segundo o e-book do Plano Diretor da prefeitura, ela é exigida em todo o território municipal, exceto nas Zeis e Aeis, e, em modificação de projeto com acréscimo de área, entra dispositivo de drenagem quando a área permeável diminui. As dimensões e a localização vão no projeto licenciado; a manutenção e a limpeza são do proprietário, e a água guardada pode ser reaproveitada, desde que isso não atrapalhe a função da caixa (art. 161, §§ 10 e 11, e e-book).

Vou reformar o apartamento e mexer na hidráulica. Preciso de projeto?

No condomínio, a reforma que mexe no sistema hidrossanitário da unidade passa pelo plano de reforma da ABNT NBR 16280, entregue ao síndico antes da obra, e o projeto das áreas molhadas pode ir junto. O caminho está no plano de reforma NBR 16280.

A primeira resposta sai da planta ou do endereço, antes de qualquer valor

A EQUA atende Belo Horizonte e a região metropolitana, incluindo Contagem, Betim, Nova Lima, Lagoa Santa, Vespasiano, Sabará, Santa Luzia, Brumadinho e Esmeraldas. A proposta chega por escrito, com o valor e o prazo de cada etapa, e dá para levar ao conselho do condomínio ou ao arquiteto antes de decidir. Se nenhuma situação abaixo servir, use a última e conte como é o imóvel.

Vou construir a casa, com ou sem financiamento, e preciso do projeto de água e esgoto
Enviar a planta da casa

Sou síndico e o condomínio quer individualizar a água na Copasa
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O lote não tem rede de esgoto e preciso da fossa com o teste de percolação
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Vou abrir ou reformar clínica, consultório, restaurante ou loja
Enviar o layout do arquiteto

A prefeitura pediu a caixa de captação ou um projeto hidráulico
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Sou arquiteto e preciso do complementar hidrossanitário
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A água vem do vizinho: infiltração ou vazamento entre unidades
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Vou reformar o apartamento e mexer na hidráulica
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Alcance e limites desta página

Conteúdo informativo de caráter geral, destinado a proprietários, síndicos, administradoras, donos de comércio e arquitetos. Não constitui projeto nem parecer, não é acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica e não dispensa a análise da planta e, quando o caso pede, a visita ao local.

O que cada imóvel precisa depende da rede disponível na rua, do solo, da altura do prédio e do que a Copasa, a prefeitura ou o banco pedirem no caso concreto. A EQUA Engenharia é consultiva: faz o projeto e o teste de percolação e não executa obra nem vende material hidráulico.

As referências refletem os textos disponíveis na data de publicação e estão sujeitas a alteração: Lei Municipal 9.725/2009, arts. 31 a 33; Lei Municipal 11.181/2019, art. 161, §§ 8º a 11; Prefeitura de Belo Horizonte, E-book Plano Diretor de BH, Módulo 2, agosto de 2020; Copasa MG e Copanor, Manual de Requisitos Técnicos da Medição Individualizada, versão 01 (05/2022); carta de serviço da Prefeitura de Contagem sobre a DTB da Copasa, atualizada em 18/08/2026; Leis Municipais 10.838/2015 e 10.840/2015, citadas pela notícia da Câmara Municipal de Belo Horizonte de 31/08/2015; ABNT NBR 17076:2024; Resolução Confea 218/1973, art. 7º. Em caso de divergência, prevalece o texto oficial.