Chegou o pedido do primeiro morador com carro elétrico. A conta de luz não diz se cabe, e o eletricista dele diz que sim. No prédio como um todo, o primeiro carregador costuma caber; a dúvida está nos seguintes e no critério para autorizar cada um. O estudo mede o quadro geral do prédio durante 7 dias e dá à assembleia o número que falta: quanto sobra no horário de pico.
Com projeto elétrico, a proposta parte dele; sem projeto, parte das fotos do quadro geral e dos medidores. Escolha abaixo o caso do seu prédio, e a mensagem já sai pronta no WhatsApp. Contratar o estudo não obriga a contratar o projeto depois; na forma recomendada, a folga de cada prumada chega com o projeto.
Sou síndico e o prédio tem projeto elétrico ou o diagrama do quadro
Enviar o projeto elétrico
Sou síndico e o prédio não tem projeto, ou ninguém sabe onde está
Enviar fotos do quadro geral
A assembleia já tem data
Enviar a data da assembleia
Trabalho em administradora e cuido de mais de um prédio
Enviar a lista de prédios
Sou morador e o síndico pediu o estudo antes de liberar a vaga
Enviar o modelo do carro
Não sei por onde começar
Contar como é o prédio
Para a proposta, basta uma foto do quadro geral, ou o projeto elétrico, se o prédio tiver.
O pedido chega de vários jeitos: carregador na garagem, wallbox, às vezes "uma tomada na vaga" (a 3ª edição da IT 30 veda tomada comum, adaptador e extensão para recarga, item 8.2.2.8, mas a dúvida por trás é a mesma). O prédio aguenta?
A conta da Cemig não responde. A do condomínio cobre só as áreas comuns, e mesmo somada às dos apartamentos mostra a energia gasta no mês, em kWh. O que decide se cabe mais um carregador é a potência que o prédio puxa ao mesmo tempo, em kW, no horário de pico. Dois prédios com o mesmo consumo no mês podem ter picos bem diferentes.
Esse horário costuma ser à noite. Os moradores chegam, os chuveiros elétricos ligam um depois do outro, o elevador não para e a bomba enche a caixa-d'água. É nessa hora que o morador liga o carro no carregador, e o carro fica horas carregando.
A pergunta que a assembleia precisa responder vai além do primeiro carregador: até quantos cabem, e com que critério se autoriza o próximo. Sem esse número, cada pedido novo volta à assembleia como se fosse o primeiro.
A medição de carga é feita no disjuntor geral, por onde passa a energia do prédio inteiro (com mais de uma torre ou entrada, em cada geral). Um analisador de energia fica ali 7 dias corridos e registra a carga em intervalos de poucos minutos, dia e noite. No fim de semana a rotina do prédio muda, e o registro pega essa diferença. Um número do mês diluiria o pico, e é do pico que sai a resposta.
Nas propostas, o mesmo serviço também aparece com o nome de análise de energia. O analisador vai ligado a sensores que leem a corrente de cada fase e a cabos que registram a tensão. Com o analisador só no geral, são duas visitas: uma para instalar, outra para retirar. Medindo também as prumadas e o quadro do condomínio, há uma ida a cada troca de ponto.
| O que fica registrado | O que isso mostra ao condomínio |
|---|---|
| Demanda máxima (a maior potência puxada ao mesmo tempo) e o horário em que ela ocorre | O pico do prédio. É dele que sai a folga, o quanto ainda cabe de carregador. |
| Corrente em cada fase | Se a carga está equilibrada ou se alguma fase já trabalha mais carregada que as outras. |
| Potências e fator de potência | O consumo hora a hora, de dia e de noite, e quanto da corrente nos cabos não vira trabalho útil. |
| Harmônicas | Distorções causadas por equipamentos eletrônicos, que aquecem os cabos, principalmente o neutro, e podem provocar desarme de disjuntor. |
A energia chega da Cemig ao disjuntor geral e ali se divide. As prumadas, os cabos que sobem pelo prédio, alimentam os apartamentos. O quadro do condomínio alimenta as áreas comuns: elevadores, bombas, portões e iluminação. Um carregador ligado ao medidor do apartamento soma carga na prumada daquela unidade, e um sistema coletivo costuma entrar pelo quadro do condomínio. Os dois passam pelo geral, que mostra quanto do limite do padrão de entrada o prédio já usa.
O analisador passa 7 dias em cada ponto: o geral, cada prumada e o quadro do condomínio. A folga de cada prumada e do quadro do condomínio sai medida, sem depender de estimativa. Como os aparelhos revezam entre os pontos, o trabalho de campo leva mais dias.
O analisador fica 7 dias no disjuntor geral, a medição que não pode faltar, porque mostra o consumo real do prédio. Na mesma visita, são anotados os disjuntores e os cabos das prumadas e do quadro do condomínio. Com esses dados, a demanda de cada um é calculada no projeto elétrico, num estudo de demanda com margens de segurança, que tendem a deixar a folga para carregadores um pouco menor. Nessa forma, o estudo entrega a folga do prédio inteiro, e a de cada prumada e do quadro do condomínio sai com o projeto.
A proposta traz as duas formas lado a lado, cada uma com o que entrega. A escolha é do condomínio, e o que mais pesa nela é quantas prumadas e quadros o prédio tem, coisa que as fotos ou a visita mostram.
O relatório técnico sai com ART do engenheiro eletricista e traz a demanda máxima registrada, o horário em que ela aconteceu, as correntes em cada fase, as potências e as harmônicas. A folga que esse pico deixa para carregadores é apresentada ao condomínio pela EQUA, com base no relatório. Na forma completa, o relatório traz esses registros também para cada prumada e para o quadro do condomínio.
A apresentação usa a linguagem que o síndico leva para a assembleia e traz os próximos passos para o projeto. A quantidade de carregadores e a posição de cada um saem do projeto elétrico, a etapa seguinte, que começa por este número. O que entra no projeto está na página de carregador de carro elétrico em condomínio em BH.
O projeto elétrico original mostra para quanta carga o prédio foi desenhado. Quando ele já indica que não cabe como está, a medição deixa de ser necessária e a conversa passa para os caminhos do projeto. Quando indica que cabe, a medição confere, porque a carga real costuma ter crescido desde a construção, com ar-condicionado e chuveiros mais potentes.
O negativo também é resposta: poupa o condomínio de pagar por 7 dias de registro que não mudariam a decisão.
A 3ª edição da IT 30 do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) foi aprovada pela Portaria CBMMG nº 84/2026 e publicada no Diário Oficial em 14/08/2026. A vigência começa 60 dias após a publicação, contagem que leva a 13/10/2026 (Portaria 84/2026, art. 7º).
No item 8.2.1.1, a norma trata o prédio como uma unidade técnica integral e diz: "É obrigatória a elaboração de um projeto elétrico único para toda a edificação, que contemple a solução de infraestrutura, os padrões técnicos e o estudo de carga global, independentemente da solução de recarga a ser adotada individualmente." Com esse projeto pronto, o morador pode instalar o carregador da vaga dele, desde que siga os padrões e os limites do projeto do prédio (item 8.2.1.1.1).
O projeto único não é entregue ao Corpo de Bombeiros, mas precisa existir: o Memorial do SAVE (Sistema de Alimentação de Veículos Elétricos, a sigla da norma) declara que se baseia nele. O memorial vai na aprovação do processo de segurança contra incêndio do prédio, e o Laudo de Conformidade vai no pedido de vistoria, depois da instalação (IT 03, Anexos E.4.6 e E.5.6).
Pelo item 9.4, o dimensionamento dos componentes elétricos "não será objeto de fiscalização do CBMMG, cabendo a responsabilidade integral ao responsável técnico". Ou seja, a aprovação do processo não atesta que o prédio comporta a carga; a norma põe essa responsabilidade no responsável técnico.
A IT 30 não fixa método de medição nem número de dias. O mais perto disso está no formulário do Memorial do SAVE (IT 03, Anexo E.4.6, com a Emenda 05/2026, aprovada pela mesma portaria), que descreve a potência disponível como a "folga elétrica real medida na edificação em horário de pico", já deduzidas as margens de segurança calculadas pelo responsável técnico.
Os 7 dias no quadro geral são método da EQUA, não exigência da IT 30. A escolha tem motivo técnico: uma semana corrida pega as noites de dia útil e o fim de semana, e o pico aparece no registro em vez de ser estimado. A proposta declara o método usado.
O que muda para o condomínio com a nova edição, inclusive o prazo de adequação e a quem ele se aplica, está em o que a IT 30 muda para o condomínio. A NBR 17019, norma de recarga citada no memorial, está explicada em o que a NBR 17019 exige no condomínio.
O estudo parte de um número em quilowatts: a demanda máxima do prédio, registrada no pico. É uma medição elétrica, e por isso a medição e o relatório saem com ART de profissional com atribuição elétrica; na EQUA, engenheiro eletricista, responsável técnico da especialidade.
A EQUA Engenharia faz a coordenação técnica: combina com o síndico a agenda, o acesso e os documentos, e apresenta o resultado ao condomínio. A coordenação é do Eng. Humberto Lopes, CREA-MG 228.715.
A IT 30 fala em profissional habilitado e não fixa titulação; quem define a atribuição para peça elétrica é o conselho profissional.
O condomínio contrata só o estudo, paga por ele, e é a ele que o resultado responde. A EQUA não vende carregador, e o estudo não vem amarrado a marca de carregador nem a obra de instalação. Quando a medição mostra que não cabe como está, o resultado diz isso, com o número que sustenta a conclusão.
O mesmo resultado serve a dois públicos. O síndico recebe a apresentação para levar à assembleia; o relatório técnico segue para quem fizer o projeto, seja a EQUA, com engenheiro eletricista responsável, seja outro profissional que o condomínio escolher.
Cada etapa é contratada na sua vez, e nenhuma obriga a seguinte. Se o condomínio continuar com a EQUA, o projeto elétrico único, o Memorial do SAVE e, depois da instalação, o Laudo de Conformidade ficam na mesma coordenação, partindo do número medido.
| Etapa | O que acontece | Quando |
|---|---|---|
| 1. Documentos | Fotos do quadro geral e dos medidores, ou o projeto elétrico, e o número de apartamentos. | no primeiro contato |
| 2. Proposta | Por escrito, com a forma recomendada e a completa lado a lado, o que cada uma entrega e as condições. Com projeto elétrico, a leitura dele vem antes e pode dispensar a medição. | depois das fotos ou da visita |
| 3. Instalação do analisador | Analisador no disjuntor geral e, na completa, nos demais pontos, em rodízio. Na primeira visita, anotação dos disjuntores e cabos das prumadas e do quadro do condomínio. | data combinada com o síndico |
| 4. Medição e retirada | Registro em cada ponto, dia e noite, e retirada do equipamento. | 7 dias corridos por ponto |
| 5. Relatório com ART | Demanda máxima e horário, correntes, potências e harmônicas. | prazo fixado na proposta |
| 6. Apresentação | A EQUA apresenta a folga ao condomínio e os próximos passos para o projeto. | depois do relatório |
O desenho da instalação fica para o projeto elétrico: quantidade de carregadores, posição de cada um, circuitos e quadros. O estudo entrega o número de onde o projeto parte.
Nenhum processo é aprovado pelo estudo, nem no Corpo de Bombeiros, nem na Cemig. O pedido de aumento de carga à Cemig, com a vistoria do padrão, corre por conta do responsável técnico de quem executa a obra, porque a concessionária não aceita dois responsáveis técnicos na mesma obra. A capacidade do transformador e da rede da Cemig não é medida; quando o projeto pede aumento de carga, é a Cemig que a analisa.
O estudo não entra nos apartamentos: as cargas de cada unidade não são levantadas uma a uma. Fases e harmônicas aparecem no registro porque fazem parte da medição, mas o objetivo aqui é a folga para carregadores; quem procura conta de luz menor precisa de outro serviço.
O resultado retrata o consumo do prédio no período medido, e carga nova ou reforma mudam a folga com o tempo. Prédio com cabine própria de média tensão é atendido sob consulta.
Não com segurança. A conta mostra a energia consumida no mês, em kWh. O carregador depende da potência que o prédio puxa ao mesmo tempo no horário de pico, em kW. São grandezas diferentes, e dois prédios com o mesmo consumo no mês podem ter picos bem diferentes. É o pico, registrado no quadro geral, que diz quanto sobra.
Para o condomínio que quer carregador, os três nomes costumam aparecer no mesmo pedido. Análise de energia é o registro feito pelo analisador no quadro geral, que mostra o pico real do prédio. Estudo de demanda é o cálculo de quanto o prédio, cada prumada e o quadro do condomínio puxam ao mesmo tempo, feito a partir dos disjuntores e dos cabos; na forma recomendada, ele entra no projeto elétrico. Estudo de carga é o nome do conjunto, o trabalho de saber quanto sobra para carregador de carro elétrico. Quem procura análise de energia para baixar a conta de luz precisa de outro serviço.
A IT 30 não exige. A 3ª edição, publicada em agosto de 2026 com vigência 60 dias após a publicação, pede o estudo de carga global dentro do projeto elétrico único (item 8.2.1.1) e não diz por quantos dias medir. Os 7 dias são método da EQUA: uma semana corrida pega as noites de dia útil, quando os moradores estão em casa, e o fim de semana, quando a rotina muda. Um registro de um ou dois dias pode passar ao largo do pico. O formulário do Memorial do SAVE (IT 03, Anexo E.4.6) descreve a potência disponível como a folga elétrica real medida na edificação em horário de pico, já deduzidas as margens de segurança calculadas pelo responsável técnico; não diz por quanto tempo medir.
Depende da forma escolhida. Na recomendada, o analisador fica 7 dias só no disjuntor geral, que mostra o consumo real do prédio inteiro. Os disjuntores e os cabos das prumadas e do quadro do condomínio são anotados na mesma visita, e a demanda deles é calculada no projeto elétrico, a etapa seguinte, com margens de segurança que tendem a deixar a folga um pouco menor. Até lá, o estudo mostra a folga do prédio inteiro. Na completa, cada ponto recebe o analisador por 7 dias e a folga sai medida em cada um, com mais dias de campo. A proposta traz as duas, e a escolha é do condomínio.
Na forma recomendada, são duas visitas, uma para instalar o analisador e outra para retirar, com data e acesso ao centro de medição combinados com o síndico; na completa, há uma visita a mais a cada troca de ponto. O acesso ao disjuntor geral e o procedimento com a Cemig ficam descritos na proposta. Durante a medição, o condomínio mantém o acesso ao quadro e cuida para que o equipamento fique no lugar.
A medição e o relatório saem com ART de profissional com atribuição elétrica, porque o que se registra é elétrico: a demanda do prédio, em quilowatts. Na EQUA, quem assina é engenheiro eletricista, responsável técnico da especialidade. A coordenação técnica e a apresentação do resultado ao condomínio são da EQUA Engenharia, com o Eng. Humberto Lopes, CREA-MG 228.715. A IT 30 fala em profissional habilitado e não fixa titulação; quem define a atribuição para peça elétrica é o conselho profissional.
Então o condomínio fica sabendo antes de aprovar uma instalação que a rede não comporta. Não caber como está abre caminhos conhecidos. Um é a gestão da recarga, um sistema que divide a potência disponível entre os carros conectados. O formulário do Memorial do SAVE prevê o estudo de carga em máxima simultaneidade ou controlado por sistema de controle de recarga, e com o controle o limite de potência para carregadores pode passar da potência disponível declarada no memorial. Outro caminho é o aumento de carga na Cemig, pedido pelo responsável técnico de quem executa a obra. Qual deles serve ao prédio se define no projeto elétrico.
São peças diferentes. Quem pede um "laudo de viabilidade" para carregador costuma querer o estudo de carga, que diz quanto sobra. O item 8.2.1.1 da 3ª edição da IT 30, publicada em agosto de 2026 com vigência 60 dias após a publicação, exige um projeto elétrico único com a infraestrutura, os padrões técnicos e o estudo de carga global. Esse projeto fixa o limite para os carregadores; no projeto contratado com a EQUA, ele também define quantos e onde. Ao Corpo de Bombeiros vão o Memorial do SAVE, na aprovação, e o Laudo de Conformidade, no pedido de vistoria, depois da instalação. O estudo é a base das três peças. O caminho inteiro, do estudo à vistoria, está na página de carregador de carro elétrico em condomínio em BH.
Sem moradores não há pico para medir. Em prédio recém-entregue, a folga nasce do cálculo do projeto elétrico, e uma medição depois da ocupação confirma ou ajusta esse número.
O valor depende da forma escolhida, recomendada ou completa, do número de torres e de quadros e do acesso ao centro de medição. A proposta vem por escrito e traz também o valor por apartamento, o número que a assembleia costuma olhar. Quem custeia é decisão do condomínio. O estudo mede a rede do prédio, que é de uso comum, e o resultado serve a todos os pedidos seguintes, não só ao primeiro. O que a assembleia pode decidir está no texto sobre quando o condomínio pode proibir o carregador.
O estudo atende prédios residenciais de Belo Horizonte e da região metropolitana. A proposta chega por escrito, para o síndico levar ao conselho antes de decidir. Escolha o caso do seu prédio; se nenhum servir, a última porta é para contar como ele é.
Sou síndico e o prédio tem projeto elétrico ou o diagrama do quadro
Enviar o projeto elétrico
Sou síndico e o prédio não tem projeto, ou ninguém sabe onde está
Enviar fotos do quadro geral
A assembleia já tem data
Enviar a data da assembleia
Trabalho em administradora e cuido de mais de um prédio
Enviar a lista de prédios
Sou morador e o síndico pediu o estudo antes de liberar a vaga
Enviar o modelo do carro
Não sei por onde começar
Contar como é o prédio
Conteúdo informativo de caráter geral, destinado a síndicos, conselheiros, administradoras e moradores. Não constitui estudo de carga, parecer técnico nem orientação jurídica.
A medição retrata o consumo do prédio no período da coleta e não substitui o projeto elétrico. A medição e o relatório saem com ART de engenheiro eletricista, cabendo à EQUA Engenharia a coordenação técnica. O estudo não inclui fornecimento nem instalação de carregadores, nem obra.
As referências normativas refletem os textos publicados até a data desta página e estão sujeitas a alteração: IT 30 do CBMMG, 3ª edição, aprovada pela Portaria CBMMG nº 84/2026 (Diário Oficial de Minas Gerais nº 158, 14/08/2026), com vigência 60 dias após a publicação (art. 7º), contagem que leva a 13/10/2026; IT 03, Anexos E.4.6 e E.5.6, com a Emenda 05/2026; IT 01, com a Emenda 04/2026; ABNT NBR 17019; ABNT NBR 5410. Atender à IT 30 não afasta eventuais exigências complementares (Portaria 84/2026, art. 6º, parágrafo único). Em caso de divergência, prevalece o texto oficial.